Sexta-feira, 29 de agosto de 2025 Login
Umuarama (PR) – O Dia Nacional de Combate ao Fumo, celebrado em 29 de agosto, traz uma reflexão necessária sobre os impactos devastadores do tabagismo, sobretudo durante a gestação. A médica ginecologista e obstetra Dra. Ana Carolina Augusto (CRM: 37120 - RQE: 30629), que atende na Maternidade do Hospital e Maternidade Norospar e na Clínica Fetal, acompanha diariamente gestantes que fumam e reforça um alerta importante: o cigarro compromete a saúde da mãe e do bebê, algumas vezes de forma irreversível.
Segundo a especialista, toda gestante fumante é classificada como de alto risco, passando a ser acompanhada no Ambulatório de Gestação de Alto Risco do Centro Mãe Paranaense, para pacientes do SUS, ou por um ginecologista e obstetra capacitado. Durante o pré-natal, a equipe multiprofissional orienta incansavelmente sobre a necessidade de interromper o hábito imediatamente. No entanto, muitas mulheres resistem e persistem no vício.
Consequências para o bebê:
Consequências para a mãe:
A Dra. Ana reforça ainda que o cigarro eletrônico não é uma alternativa segura. "Ele oferece os mesmos riscos do cigarro convencional", destaca.
A recomendação é clara: se você está grávida e fuma, cesse imediatamente o uso do cigarro em qualquer forma. O tabagismo é uma ameaça silenciosa que coloca em risco duas vidas – a da mãe e a do bebê.
Fumantes podem amamentar?
Sim. Segundo a Dra. Ana Carolina Augusto, mesmo as mães fumantes podem amamentar seus próprios filhos, desde que tomem alguns cuidados essenciais:
Com esses cuidados, os benefícios do leite materno ainda superam os riscos do tabagismo.
No entanto, mães fumantes não podem ser doadoras do Banco de Leite Humano – BLH Norospar, pois o leite doado deve estar totalmente livre de toxinas, garantindo segurança aos prematuros e recém-nascidos que o recebem.
SAIBA MAIS SOBRE A ESPECIALISTA
Dra. Ana Carolina Augusto – Ginecologia e Obstetrícia (CRM-PR 37120 | RQE 30629)
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• WhatsApp: (44) 20201072