Domingo, 22 de fevereiro de 2026 Login
No Dia Internacional da Felicidade, realizado em 20 de março, o Brasil tem motivos para comemorar: o país subiu oito posições no Relatório Mundial da Felicidade de 2025, alcançando a 36ª colocação entre 147 nações avaliadas. Este avanço destaca o Brasil como o segundo país mais feliz da América do Sul, atrás apenas do Uruguai, que ocupa o 29º lugar. Mas afinal, o que é felicidade?
A felicidade, embora subjetiva, é essencial para o bem-estar físico e mental das pessoas e das comunidades. Estudos indicam que indivíduos felizes tendem a cuidar mais de si mesmos, praticando exercícios físicos, mantendo uma alimentação equilibrada e garantindo boas noites de sono. Além disso, a felicidade e o equilíbrio emocional têm influência positiva no sistema imunológico e cardiovascular, contribuindo para a saúde geral.
Mas existe uma fórmula para a felicidade? A qualidade dos relacionamentos interpessoais é apontada como um dos principais fatores de felicidade. Pessoas com fortes conexões sociais tendem a ser mais felizes, saudáveis e viver mais tempo. Essas relações proporcionam suporte emocional e uma sensação de pertencimento, fundamentais para a saúde mental e física.
Curiosamente, algumas pessoas, mesmo possuindo bens materiais e status, não se sentem felizes, enquanto outras, com vidas mais simples, demonstram grande contentamento. Isso sugere que fatores internos, como gratidão, propósito de vida e qualidade das relações, podem ter um peso maior na felicidade dos aspectos externos, como riqueza ou posição social.
A espiritualidade também desempenha um papel significativo na felicidade. Práticas espirituais ou religiosas podem oferecer sentido à vida, promover sentimentos de pertencimento e reduzir o estresse, contribuindo para o bem-estar geral.
Além disso, pessoas engajadas em atividades voluntárias e caridosas frequentemente relatam níveis mais altos de felicidade. O ato de ajudar os outros não só beneficia quem recebe, mas também proporciona ao voluntário uma sensação de propósito e realização, fortalecendo laços sociais e promovendo emoções positivas.
No contexto global, a Finlândia mantém-se no topo do ranking da felicidade pelo oitavo ano consecutivo, seguido pela Dinamarca, Islândia e Suécia. Esses países nórdicos destacam-se não apenas pela qualidade de vida, mas também por políticas sociais que promovem o bem-estar dos seus cidadãos.
Neste Dia Internacional da Felicidade, somos convidados a uma reflexão sobre o que realmente importa para nosso bem-estar. Cultivar relacionamentos interpessoais, envolver-se em atividades que proporcionem propósito e manter uma atitude de gratidão podem ser passos fundamentais para uma vida mais feliz e saudável.
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