Domingo, 22 de fevereiro de 2026 Login
A falta de estrutura nas unidades de saúde são uma realidade no Brasil. Isso gera descontentamento por parte dos pacientes que procuram, principalmente, hospitais públicos e postos de saúde na tentativa de solucionar suas dores. O que nem sempre a população entende é que os médicos sofrem com a falta de estrutura, assim como os pacientes.
A superlotação e a consequente demora no atendimento, com muita frequência termina em reclamações, insultos, agressões físicas e até ameaças de morte contra os médicos.
O Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM-PR) que saber como está o cenário de violência contra médicos no Estado. A entidade lançou no dia 9 de fevereiro, uma pesquisa para fazer a estatística de profissionais que tenham sofrido algum tipo de violência no exercício da profissão ao longo dos últimos três anos.
A pesquisa tem por objetivo conhecer as situações enfrentadas no dia a dia pelos médicos e, junto às autoridades, contribuir para a instrução de estratégias na prevenção/repreensão em casos de assédio, constrangimento e agressões físicas ou morais contra os profissionais.
O Conselho justifica que tem sido incessante no enfrentamento do problema, entendendo-o de extrema gravidade em prejuízo da boa prática da Medicina. Por isso pede a colaboração dos médicos, respondendo ao questionário.
São nove perguntas objetivas, e ao final, o CRM-PR deixou, como opção, um espaço para relatos ou comentários.
Os médicos interessados podem acessar o formulário da pesquisa e participar.

Com informações do CRM-PR
Fotos: divulgação
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